<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200</id><updated>2011-04-21T16:39:46.761-03:00</updated><title type='text'>Dias: Baú</title><subtitle type='html'>&lt;i&gt;Todo homem que se fez discípulo do reino dos céus é semelhante a um homem, proprietário, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas&lt;/i&gt; (Mateus 13:52).

Consiste, este blog, de uma seleção de arquivos publicados na primeira versão de &lt;A HREF="http://rocharias.blogspot.com"&gt;Dias&lt;/A&gt;. 
Para manter o sentido de notícia e interação, isto é, de blog, trará links e notas atualizados quando eu for à cidade. 
&lt;a href="http://rocharics.blogspot.com"&gt;Dias:Cânticos&lt;/a&gt;
</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://bauh.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>35</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-90422747</id><published>2003-03-09T20:36:00.000-03:00</published><updated>2003-03-09T20:36:13.700-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Acredito que eu esteja mesmo perdendo a velocidade tensa com que escrevia antes, mas talvez esteja lentamente conseguindo um modo melhor de visualisá-la. Não volto mais para frases já construídas, agora elimino tantas construções que me parecem inúteis para qualquer fim. O fim dos surtos criativos talvez signifique o início de alguma outra coisa de que não tenho exata noçao. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;A HREF="mailto:ricardrbr@yahoo.com.br"&gt;Ricardo_de_Almeida_Rocha&lt;/A&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-90422747?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/90422747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/90422747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2003_03_01_archive.html#90422747' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-90290746</id><published>2003-03-07T05:19:00.000-03:00</published><updated>2003-03-08T21:04:30.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Preciso acreditar que o fato de estar estabelecido, que ter me afastado para sempre da estrada, das casas estranhas e dos quartos de hotel é uma fase nova, talvez definitiva, em minha escrita. Porque, se bem me lembro, quando estava com frio e fome, sem ter onde dormir ou saber quando faria a próxima refeição, havia a "minha escrita", era um fato consumado o "sentimento de missão" descrito em "Folhas Partidas". Hoje duvido. Então o bem tornou-se mal? tenho mais que o velho caderno minha fábrica, tenho o computador, um lugar, há quase dez anos uma subsistência, como jamais. É preciso fazer isso se refletir na literatura. Então, parágrafo por parágrafo, seja, nesse calor quase insuportável do março capixaba após o Carnaval, sigo adiante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;A HREF="mailto:ricardrbr@yahoo.com.br"&gt;Ricardo_Rocha&lt;/A&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Download gratuito do romance "O Último Homem", entre outros,  clique &lt;a href="http://www.ebooksbrasil.com/historico/junho2001.html#ultimohomem"&gt;aqui&lt;/a&gt; (atenção: formatos disponíveis - MS Reader, Libris, Acrobat, E-book Pro etc - conforme edição). &lt;br /&gt;Para leitura on-line,  clique &lt;a href="http://www.ultimohomem.hpg.com.br"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-90290746?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/90290746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/90290746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2003_03_01_archive.html#90290746' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-88013871</id><published>2003-01-25T16:04:00.000-03:00</published><updated>2003-01-25T16:04:14.330-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"Assim como a bondade,&lt;br /&gt;ainda que mesmo através de arrependimento,&lt;br /&gt;necessita do pecado..." (José P. di Cavalcanti Jr)."   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consegui esquecer aquela cena final de "Conta Comigo" ("Stand by me", Sessao da Tarde ontem), quando o narrador diz, ao voltar, que embora a cidade fosse a mesma, era como se fosse outra... Realmente, cada saidinha que a gente dá - e aí vale de cidade, de país, até de casa às vezes - a volta é muitas vezes um choque em nossas visoes anteriores à saida. No filme, o narrador está relatando o fato em um livro. Será que a arte não tem como ir um pouco além de relatar verdades?  Ontem, quando voltava pra casa, já cheio de mudanças se processando dentro de mim - em parte, diga-se, devido à debilidade de minha saúde, o que é em parte pela falta de ter feito uma faculdade aliás - vi um homem e então os pensamentos se descontrolaram de uma vez...   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quando saí, soubera de uma vizinha que havia passado a noite em busca de atendimento médico e não pôde, por causa da greve, que é por salários atrasados do Governo, que têm uma relaçao direta com a enlouquecida sangria no dinheiro público provocada pela corrupção no Estado.  Também soube que a Universidade Federal teve seu maior número de jubilados num ano, em virtude de alterações no calendário escolar, também por causa de greves, pelos mesmos motivos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Enquanto isso, o novo Governo joga todas as luzes sobre as Reformas que pretende fazer na Economia do País. Todavia, não há a menor chance de uma Reforma dar resultado enquanto depender de acordos entre pessoas em meio às quais hah comprometimentos diversos com o outro  Estado, o paralelo, que, diga-se logo, não é apenas o Tráfico,  mas a indústria da educacao, a indústria da saúde,  todos os grupos econômicos, enfim,que mandam no Brasil.  O crime organizado simplesmente não sobreviveria sem a ajuda do Estado, da corrupção nas Assembléias Legislativas, nos Palácios, nas mansoes - muito mais que nos morros. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lei nunca resolveu nada, aliás. O que pode resolver é construir estruturas que tornem possível a aplicaçao das leis. Está muito longe de ser o nosso caso, infelizmente - apesar, é verdade, de um corajoso esforço de muitos nesse sentido. A Lei diz por exemplo que "todos são iguais perante a Lei". Da realidade ou falsidade disso na vida real a gente pode tirar o resto. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Onde o Estado se omite ou simplesmente não existe, alguém vai ocupar esse espaço. Se aquela senhora, ao voltar pra sua casa, desesperada, fosse na casa do traficante e pedisse o que precisava, certamente seria atendida e seria mais um tijolinho nessa imponente construção de crime-impunidade-miséria etc. A industria do ensino, a indústria da saúde, a indústria da religião (sim, também) etc. reflete isso. Porque aquele traficante tem interesse em apoiar a candidatura de um certo político de sua região, que por sua vez tem compromissos com um empresário de sua cidade, e por aí vai se tecendo essa teia assustadora.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma faculdade em cada bairro garante diplomas, nao profissionais competentes; quem se serviu de apenas de um diploma para exercer uma profissão e não de capacidade profissional, não irá ter escrúpulos de pagar (ou receber) seja lá o que for para seja lá o que seja.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Essas industrias que atuam onde deveria atuar o Estado, com um bom atendimento médico gratuito, com uma educaçao pública de qualidade etc, são os empresários que vão financiar campanhas, intermediar acordos. Ontem vi o homem, um deputado acusado de receber uma grana em troca de favores. Um criminoso comum se esconde; esse tipo de pessoa, ao contrário, se exibe, exibe sua impunidade. É mais fácil eu ser preso por calúnia (ou talvez morto) por estar escrevendo isso, do que ele preso por corrupção. É mais fácil ele destruir a carreira dos promotores públicos envolvidos no caso. Pelo menos, hoje, ainda é assim. Caras vende muito mais que Caros  e nominimo já teve de mudar de residência na internet, enquanto todos os portais falam do novo BigBrother, e o programa permanece firme como as montanhas. É um outro rosto, o rosto bonito, sedutor, desse Estado paralelo.               &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Então, quem manda em nosso País democrático? que povo? este povo: os donos de cursinhos, os donos de convênios médicos, os donos de denominações religiosas, os donos da mídia, todos, direta ou indiretamente, consciente ou inconscientemente até, ligados aos donos da droga, que são hoje os donos do mundo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Então, que esperança resta? Desmontar essa estrutura é um esforço importante, mas não vai ser de hoje para amanhã. E de hoje para amanhã, não haverá nada que se possa fazer? Ah -como dizem- com certeza... Se eu sou professor e der um pouco de meu tempo a quem precisa aprender, se eu sou enfermeiro e estar disponível quando precisarem de mim, se eu tenho computadores novos e dou o usado pra uma comunidade e seu eu souber instalar programas e ensinar o seu uso. Educação e Saúde. Um detalhe importante: para isso,  eu mesmo preciso um mínimo de condições de vida que me permita fazer essas coisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Assim, se uma Reforma da Previdência vai trazer benefícios aos meus netos, eu mesmo, com um mínimo, posso trazer benefícios a meu vizinho. Se a Inclusão Digital vai resgatar os ideais dos inventores da internet amanhã, a abertura das listas e blogs pode, hoje, salvar vidas. Com um mínimo, simples assim.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aí, pensei em "Cidade de Deus", nos prêmios a que concorre, e lembrei de "A marca da Maldade", de "Traffic",  que retratam aspectos dessa realidade: será  o máximo que podemos esperar de uma obra de arte? será que a arte é assim tão inútil que saímos do cinema onde vimos Cidade de Deus  e vamos para a frente da TV onde vamos ver o Globlo de Ouro, e no caminho nem percebemos que havia uma cidade, um País, que, pela "saída" de nós que foi a conscientizacão daquela realidade, por meio do filme,  a cidfade, o País, as ruas ficaram diferentes - que havia no caminho uma pessoa que precisava contar comigo? De que arrependimento,  de que pecado precisaremos? &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ricardo Rocha &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-88013871?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/88013871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/88013871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2003_01_01_archive.html#88013871' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-87690082</id><published>2003-01-19T16:48:00.000-03:00</published><updated>2003-01-19T16:48:05.336-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Eu acredito de coraçao que é possível, ao menos num sentido mais&lt;br /&gt;amplo, amar por&lt;br /&gt;vontade, o amor ágape. Quanto ao amor, no sentido amantes, veja o exemplo de&lt;br /&gt;Narciso. Normalmente&lt;br /&gt;se toma como ele ter visto a si mesmo nas águas e se apaixonado por si mesmo.&lt;br /&gt;Parece-me, há outra&lt;br /&gt;leitura, o fato de que, ao olhar as águas e nelas sua imagem, Narciso se&lt;br /&gt;integrou num amor total,&lt;br /&gt;integrou-se à própria Natureza, e, aquela pessoa, com aquela consciência de si,&lt;br /&gt;de sua imagem, do&lt;br /&gt;que ele era, poderia agora amar os demais seres com muito mais intensidade do&lt;br /&gt;que aquele que jamais&lt;br /&gt;se viu e por isso mesmo nunca pôde se amar a si próprio, e por isso, não&lt;br /&gt;poderia amar ninguém, pois&lt;br /&gt;não sabia o que era o amor pleno, íntegro.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-87690082?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/87690082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/87690082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2003_01_01_archive.html#87690082' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-87200957</id><published>2003-01-10T01:07:00.000-03:00</published><updated>2003-01-10T01:07:32.543-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;br /&gt;"Filhos do Paraíso", que acabei de assistir, é outro filme não-americano, iraniano (segundo eu&lt;br /&gt;soube fácil de encontrar por ter concorrido ao Oscar em 1999), que quase sempre é sinônimo de&lt;br /&gt;não-entretenimento, o que pode ainda significar que seja chato e cansativo, além de obra-prima. Mas&lt;br /&gt;é uma grata surpresa. Com a fórmula que pensamos ser às vezes de Cidade de Deus" (jovens atores&lt;br /&gt;não-profissionais - antiga que só - Fama, no começo dos anos 80, já fazia isso, e mais ainda, nao&lt;br /&gt;eram atores e continuaram nao sendo), o filme consegue ser por demais simples sem ser simplório, e&lt;br /&gt;ganha a gente com uma mensagem impressionante, sobretudo num mundo religioso ao extremo e ao mesmo&lt;br /&gt;tempo mais e mais dependente dos confortos da tecnologia. O fato é que a experiência de viver&lt;br /&gt;inclui (para religiosos e nao-religiosos, para quem tem acesso às tecnologias de ponta e aos que&lt;br /&gt;não) dor, sofrimento, de um modo ou de outro privaçoes, saudade etc. A falta de sabedoria no lidar&lt;br /&gt;com as contrariedades constrói um mundo estranho, tem um efeito péssimo sobre o Homem,  que supoe&lt;br /&gt;deva domina-lo. E, como se espera da próxima versao do nosso sistema operacional, num novo&lt;br /&gt;aparelho, num novo carro, numa nova tecnologia de celular (coisa do passado, blz...) que nos dê a&lt;br /&gt;paz, assim se espera que a religiao resolva todos os nossos menores problemas sem maiores&lt;br /&gt;aborrecimentos. "Filhos do Paraíso" vai num sentido oposto e mostra como, seja com o apoio de Alá&lt;br /&gt;ou das possibilidades da súbita prosperidade ao redor, um menino e sua irma, repartindo um par de&lt;br /&gt;tênis, mostrem tudo o que há de mais forte no caráter humano, sem perder a inocencia nem a&lt;br /&gt;fragilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-87200957?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/87200957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/87200957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2003_01_01_archive.html#87200957' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-75634369</id><published>2002-04-20T21:40:00.000-03:00</published><updated>2002-04-20T21:48:37.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Porque&lt;/b&gt; quando eu clamo só escuto&lt;br /&gt;o eco, penso se alguém além da pedra&lt;br /&gt;terá ouvido minha voz; porque grandes&lt;br /&gt;cabeças e corações, esquecidos&lt;br /&gt;na terra plana, igual, sem montes&lt;br /&gt;nem imponência, mortos, estão&lt;br /&gt;ainda vivos para si mesmos, &lt;br /&gt;disse a mim mesmo que não esqueceria&lt;br /&gt;e iria subir até onde exista paisagem&lt;br /&gt;além da devastação,  e os irmãos &lt;br /&gt;sejam pequenos e só pessoas&lt;br /&gt;morem na casa onde a diferença&lt;br /&gt;permanece e o silêncio seja muito &lt;br /&gt;mais que intervalos entre a palavra &lt;br /&gt;apodrecida na normalidade. &lt;br /&gt;E eu disse: Por quê? Por que é assim? &lt;br /&gt;E disse: O orgulho de deixar um legado&lt;br /&gt;é maior que a herança material&lt;br /&gt;que se recebe em meio à fumaça densa &lt;br /&gt;confundindo os rostos e padronizando&lt;br /&gt;as encostas. Eu não aprendi, não sei&lt;br /&gt;quando parar. É estranho continuar &lt;br /&gt;a caminhada quando não há mais varandas&lt;br /&gt;acolhedoras à beira do caminho. &lt;br /&gt;É um esforço desesperado. &lt;br /&gt;Aonde ir? &lt;br /&gt;Amigos! onde vocês estão? &lt;br /&gt;Terá sido porque dei tanto de mim&lt;br /&gt;que agora não tenho nada? &lt;br /&gt;Levem-me para minha casa! &lt;br /&gt;Amiga, verei de novo seu rosto? &lt;br /&gt;Leve-me para minha cama. &lt;br /&gt;Não me deixem morrer aqui... &lt;br /&gt;Porque clamo e não ouço resposta, &lt;br /&gt;exceto o discurso impessoal&lt;br /&gt;dos caminhos. Há tantos assim? &lt;br /&gt;Estou falando com você!&lt;br /&gt;Ou talvez não, não&lt;br /&gt;há esperança, estou falando &lt;br /&gt;sozinho. É que insisto&lt;br /&gt;em não confundir&lt;br /&gt;efeitos com verdade&lt;br /&gt;aplausos com talento&lt;br /&gt;muita gente com alegria. &lt;br /&gt;E no entanto estou só. &lt;br /&gt;Não é a multidão&lt;br /&gt;que me tirará da montanha solitária&lt;br /&gt;Não é o tempo&lt;br /&gt;que me tirará a inocência do grito&lt;br /&gt;Não que alguém possa estar livre&lt;br /&gt;da vaidade, mas pelo menos&lt;br /&gt;posso estar &lt;br /&gt;estar livre&lt;br /&gt;em algum lugar&lt;br /&gt;onde a gente tenha de não saber de cor&lt;br /&gt;a cor dos próprios olhos&lt;br /&gt;e só assim conseguir ver&lt;br /&gt;saindo do quarto de espelhos&lt;br /&gt;e ter diante de si a vida &lt;br /&gt;lá fora&lt;br /&gt;além&lt;br /&gt;da devastação&lt;br /&gt;subir.&lt;br /&gt;até onde a paisagem não depende&lt;br /&gt;mais de nós e, por isso mesmo, &lt;br /&gt;fazemos parte dela, sendo&lt;br /&gt;a palavra e o eco&lt;br /&gt;E, lembrando, &lt;br /&gt;calar sob o imponente reflexo&lt;br /&gt;na pedra. &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Por isso é que os poemas têm ritmo&lt;br /&gt;-para que possas profundamente respirar&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mario Quintana&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;citado em Geracão Poesia.MeuBlog &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"¿Cómo escribir ahora poesía,&lt;br /&gt;porqué no callarnos definitivamente&lt;br /&gt;y dedicarnos a cosas mucho mas útiles?&lt;br /&gt;¿Se aclara algo con semejante ovillo?&lt;br /&gt;Nadie la necesita".&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Juan Gustavo Cobo Borda.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inventamos sempre e sempre. A vida que não vivemos e aquela que atravessamos. Não importa o que façamos, sempre e sempre estamos inventando - um futuro feliz ou um passado que, se houvesse existido, nos teria feito felizes. Sem isso, não vivemos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginamos um rosto no rosto conhecido e, por força da falta do hábito, sonhamos com nossa iniciação nos transportes do amor. Somos de quem imaginamos ser mais do que seríamos de qualquer outra pessoa real; só em nossa imaginação as pessoas são reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o calor ocorrem pancadas de chuva à tarde, exceto no noroeste onde o ar volta a ficar mais seco, mas nada percebemos. Houve um golpe de Estado na América do Sul e no Brasil a atualização das projeções de exportações do complexo de soja brasileiro para 2002 apontou revisão para baixo na receita total estimada.   Tudo acontece hoje. Mas ainda nos dedicamos a escrever, a inventar, a viver ontem e amanhã,  a nos imaginar felizes. Seríamos alienados?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite é sempre a derradeira noite, o abandono. O cisne se oferece a qualquer um que tente compreender seu sacrifício. Deixa-se,  aquieta-se no horto reticente. Levanta as asas, desce junto à árvore de frutos sagrados. Só precisa das asas e de um rosto que possa inventar, atrás da árvore, de cujos frutos não precisa; só precisa de alguém a quem possa se entregar, ao fazer real essa pessoa . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o cisne, não estamos aqui. Outrora e um dia, eis nosso lugar de felicidade. Precisamos da poesia. A magia das palavras e a busca da metáfora perfeita carregam nossas vidas nos fragmentos poéticos,  escapando pela chaminé da fábrica em nossos escritos, que nem precisam fazer sentido, embora façam todo sentido.  Não é uma escolha. De fato, se for uma escolha, já não será poesia.    &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-75634369?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/75634369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/75634369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2002_04_01_archive.html#75634369' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-75572133</id><published>2002-04-19T00:45:00.000-03:00</published><updated>2002-04-19T00:48:48.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Ao olhar&lt;/b&gt; minha filha recém-nascida, perfeita,  junto à alegria, veio-me forte uma sensação estranha. A quem deveríamos agradecer por aquele momento sublime? Súbito,  não havia a menor dúvida: Deus existe, e é amor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas... e se houvesse uma anomalia? Só restaria dizer que existe mácula na amorosa de Deus. E, pais de uma criança excepcional, deveríamos por causa da dor, fechar os olhos ao Princípio Perfeito, e negá-lo?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso só aumentaria nossa dor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só tamanho paradoxo — a imperfeita perfeição — explica a sentença humana e as catástrofes naturais.  A vida é assim — fora de nós e também dentro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos como deuses,  criando do nada, discernindo o bem e o mal; e, como os animais, sujeitos aos desejos, vindo do pó e indo na sua direção. Temos a eternidade no coração e somos esmagados pelo Tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o intelecto resiste e diz que uma criança inocente não poderia estar sob o peso de tal maldição,  a realidade mostra que a Natureza está sob este mesmo peso, a Natureza, muito mais inocente que qualquer criança, pois jamais se tornará um ser humano adulto cuja inocência se perdeu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora de nós e também dentro, tudo aponta para o silêncio onde é possível vislumbrar o princípio perfeito e suas perversões. E, assim, mesmo em meio aos males, ter esperança.      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Fiz de meu ser um campo de batalha&lt;br /&gt;O mal deixou de ser filosofia&lt;br /&gt;Quando a serpente entrou em minha casa. &lt;br /&gt;Lá fora, angústia e cansaço, &lt;br /&gt;sobre as cabeças a escuridão. &lt;br /&gt;Suspiramos, gemendo&lt;br /&gt;E gemendo choramos&lt;br /&gt;Ao passarmos as trevas &lt;br /&gt;No silêncio da seiva &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(abril/2002) &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O problema&lt;/b&gt;do Mal é um fenômeno às vezes quase visível entre nós, atingindo todas as pessoas. E ontem pude ler a abordagem mais impressionante acerca disso, não num livro de filosofia, ou psicologia, nem mesmo teologia — num romance. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proust (Em Busca do Tempo Perdido: O Caminho de Swann) descreve a forte cena de lesbianismo numa casa de campo na qual uma das amantes induz a outra, enquanto faziam amor diante da foto do pai morto, a cuspir sobre o retrato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao que o narrador reflete: “Pensei depois que, se o senhor Vinteuil pudesse assistir àquela cena, ainda assim, talvez não perdesse de todo a fé na bondade do coração da filha, no que não estaria de todo enganado”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E conclui: O Mal não deveria ser exclusivo no coração da jovem, pois ela seria uma artista do Mal, coisa que uma criatura do Mal não poderia ser, uma vez que assim o mal lhe seria exterior e, para o mau, o mal deveria antes ser antes bem natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna Arendt espantou-se diante do julgamento de um dos mais bárbaros líderes nazistas: “O que me deixou aturdida foi a superficialidade: os atos eram monstruosos, mas o agente bastante comum e banal, nada monstruoso”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer parecer que aquele que comete o mal age por inveja, pelo ódio puro e simples a tudo que represente o Bem, pela cobiça, vaidade, e é efetuado por pessoas cuja consciência má poderá ou não ser plena, mas existirá, em maior ou menor grau, retirando —mas não de todo— a inocência da irreflexão da Senhorita Vinteuil  e, entretanto, além de monstruoso, o mal pode ser bastante banal, como no caso do nazista Heichman. Donde todos, o muito perverso e a pessoa comum estariam, de alguma forma, em graus diferentes, expostos ao mal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A defesa contra o mal seria o amor, mas mais que isso, um amor de sacrifício voluntário, o amor é exorcismo, em nosso cotidiano, o Bem se expõe ao Mal e as pessoas boas, ainda que destroçadas, permanecem vivas, e quando isso acontece, há uma instabilidade no equilíbrio do poder de malignidade do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A magia do amor é transformar o nada, o vazio da vida humana, a banalização do Mal e a separação humana do Bem, a morte enfim, em alguma coisa, transformar-se de um fogo fátuo, como são os amores em geral, num zelo de preservação da verdadeira vida, no ágape. Esta é, de muitas formas, a função da literatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O princípio do Mal não é apenas uma arte sádica como a descrita por Proust, mas um desequilíbrio de morte, o desligamento vital. É um princípio de sedução. A anamorfose contemporânea do Mal é, como disse Baudrillard, infinita. Numa sociedade em que só se trata com gestão calculada e discursos de bem, torna-se difícil enunciar o Mal, que se irradia em todas as coisas, e nos expõe de uma forma viral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca saberemos se o nazismo era ou não inteligível, já é outro o discurso hoje consagrado, os questionamentos aceitos. Mas é certo que há sem dúvida essa noção da fragmentação das responsabilidades, de difração. Diante do Mal, se nos exige uma convergência entre pensamento e ação, entre palavras e vida, uma transformação dos sentimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando há reação à dor, há resistência ao Mal que espreita no sofrimento. Até mesmo o Corvo, anjo das trevas de Poe, por contraste, nos deixa essa mesma sugestão. Lembremos que o autor estava entregue à leitura, buscando conforto para a morte da amada, quando aparece a ave e seu monocórdio nunca mais. Talvez quem tenha chegado mais próximo de definir essa superação poeticamente foi Rilke, em suas Elegias de Duíno, quando trabalha com o Mal como um agente do sofrimento e sugere supera-lo transformando as lamentações em celebrações, em rühmung (louvor). É isso o que faz na décima elegia: “Que meu rosto se ilumine, que a lágrima floresça”. O Mal, de mensageiro da morte, torna-se nosso melhor educador, o caminho mais consistente para chegar ao Bem verdadeiro.   &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-75572133?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/75572133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/75572133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2002_04_01_archive.html#75572133' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-11029376</id><published>2002-03-23T01:57:00.000-03:00</published><updated>2002-03-23T01:57:07.436-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;Estou muito à vontade para falar&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;  &amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Book Antiqua" size="4"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;blockquote dir="ltr" style="MARGIN-RIGHT: 0px"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;p class="MsoBodyText2" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font face="Bookman Old Style" size="3"&gt;Estou&lt;br /&gt;    muito à vontade para falar (muito) bem de &amp;quot;Encontrando Forrester&amp;quot;,&lt;br /&gt;    porque jamais gostei de Gus Van Sant. A tal ponto que, depois de assistir&lt;br /&gt;    &amp;quot;Um sonho sem limites&amp;quot; (com Nicole Kidman), na mesma época em que&lt;br /&gt;    assisti &amp;quot;Cenas da Vida&amp;quot;, de Robert Altman, ambos filmes com&lt;br /&gt;    qualidades, decidi não mais ver obras de um ou de outro diretor. Por que&lt;br /&gt;    isso, se já estou partindo da premissa que são obras com qualidades?&lt;br /&gt;    Porque, àquela altura, era mais importante para Altman (O jogador) e Sant&lt;br /&gt;    (Garotos de Programa) antes de contar uma história por meio de um filme,&lt;br /&gt;    deixar claro para o espectador quem era o diretor da obra em questão. O&lt;br /&gt;    chamado estilo artificial. Porque é inevitável que, ao ver Hitchcock,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;Bergman,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Kurosawa, se&lt;br /&gt;    saiba que são eles, antes mesmo de ver os créditos, mas como conseqüência&lt;br /&gt;    de suas obras, não porque&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;decidiram&lt;br /&gt;    que deveriam ser reconhecidos antes dos créditos. A diferença é um&lt;br /&gt;    oceano. Uns são gênios; os outros são chatos. Mas um dia, assisti, distraído,&lt;br /&gt;    &amp;quot;Gênio Indomável&amp;quot;, sem saber que era de Sant, e&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;gostei. Infelizmente, houve&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;o&lt;br /&gt;    anticlímax que foram os exageros a que este filme foi alçado quando do&lt;br /&gt;    Oscar de 97.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;blockquote dir="ltr" style="MARGIN-RIGHT: 0px"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3"&gt;Agora,&lt;br /&gt;    vem exagero inverso. Dizer que &amp;quot;Forrester&amp;quot; é uma cópia de&lt;br /&gt;    &amp;quot;Gênio&amp;quot; é, para ser educado, de um absoluto simplismo, o que, de&lt;br /&gt;    resto, tem se tornado praxe entre os intelectuais ligados à crítica, mas não&lt;br /&gt;    imaginei que fosse uma prática disseminada entre nós, simples leigos que&lt;br /&gt;    amam o cinema. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Os pontos&lt;br /&gt;    semelhantes entre os dois filmes estão exclusivamente ligados ao tema da&lt;br /&gt;    amizade e influência &lt;u&gt;recíproca &lt;/u&gt;(o que afasta em princípio derruba&lt;br /&gt;    até mesmo o elo pelo tema do “mentor”) &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;entre&lt;br /&gt;    um jovem e uma pessoa experiente, ligados por um ideal. “Forrester” e&lt;br /&gt;    “Wonder Boys” têm a mesma distância que há entre Sean Connery e&lt;br /&gt;    Michael Douglas, restando (e olhe lá), o ato de escrever como “semelhança”,&lt;br /&gt;    o que, convenhamos, é muito pouco. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;E&lt;br /&gt;    dizer que &amp;quot;Forrester&amp;quot; é bom, &lt;i&gt;mas&lt;/i&gt; &amp;quot;não tem nada&lt;br /&gt;    demais&amp;quot;, é ter padrões realmente altos. Porque gosto, em alguns&lt;br /&gt;    casos, se discute sim, como não!?...&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ninguém&lt;br /&gt;    disse &lt;u&gt;por que&lt;/u&gt; acha essas coisas. Vamos ver se consigo dizer por que&lt;br /&gt;    acho o que acho...&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;blockquote dir="ltr" style="MARGIN-RIGHT: 0px"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3"&gt;O&lt;br /&gt;    ator principal tem 72 anos, uma carreira sólida, talvez uma das mais sólidas&lt;br /&gt;    do cinema, um currículo onde se você procurar muito vai achar um filme&lt;br /&gt;    inferior. Mesmo nos filmes de puro entretenimento, como os 007, foi tão&lt;br /&gt;    marcante que nunca apareceu um outro que lhe pudesse fazer sombra. Tem&lt;br /&gt;    interpretações antológicas, como em A Casa da Rússia e Os intocáveis. Dá&lt;br /&gt;    credibilidade até a personagens que noutra pele não a teriam, como o&lt;br /&gt;    mentor (seria uma cópia?) do &amp;quot;Highlander&amp;quot; Christopher Lambert. É&lt;br /&gt;    considerado um dos maiores declamadores da língua inglesa, há décadas,&lt;br /&gt;    apesar de seu sotaque escocês, que não é, historicamente, uma virtude,&lt;br /&gt;    sobretudo entre ingleses. Em quase todos os seus personagens, mergulha de&lt;br /&gt;    tal forma&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;que realmente os&lt;br /&gt;    encarna e, no caso particular de &amp;quot;Forrester&amp;quot;, isso se estende ao&lt;br /&gt;    fato de ser também o produtor do filme, vale dizer, acreditou na obra a&lt;br /&gt;    ponto de financia-la. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;blockquote dir="ltr" style="MARGIN-RIGHT: 0px"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3"&gt;O&lt;br /&gt;    ator que contracena com ele, Rob Brown, &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;é&lt;br /&gt;    um estreante, mas ninguém percebe, tamanha a sua naturalidade segurança. A&lt;br /&gt;    atriz que contracena com este menino negro se consagrou ainda menina,&lt;br /&gt;    ganhando um desses poucos Oscar inquestionáveis em &amp;quot;O piano&amp;quot;. O&lt;br /&gt;    ator que faz o professor que persegue o protagonista é o mesmo que fez&lt;br /&gt;    aquele vilão fantástico que perseguia Mozart em Amadeus. A música é&lt;br /&gt;    contagiante, ilustrando a ação, sobretudo em função dos improvisos a que&lt;br /&gt;    se relaciona música e literatura, particularmente na cena da máquina de&lt;br /&gt;    escrever. Nessa trilha sonora aparece ninguém menos que Miles Davis, um dos&lt;br /&gt;    maiores improvisadores do jazz. E Miles, sabemos, respira e sopra na hora&lt;br /&gt;    certa, suspira, e, aqui, sublinha. A história é um apelo constante a que o&lt;br /&gt;    filme desande para o melodramático, o que, porém, nunca acontece, graças,&lt;br /&gt;    supõe-se, à mão equilibrada do diretor, mas é possível que também seja&lt;br /&gt;    obra do roteiro. A fotografia tem momentos sublimes, como o jovem nas&lt;br /&gt;    escadas exteriores na noite e nas sombras, e seu diálogo com a música,&lt;br /&gt;    especialmente na cena do álbum de fotografia é belíssima. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;blockquote dir="ltr" style="MARGIN-RIGHT: 0px"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;quot;Encontrando&lt;br /&gt;    Forrester&amp;quot; é a história de um jovem de 16 anos e um velho escritor de&lt;br /&gt;    70, em meio a uma improvável amizade. O fato é que hoje, as amizades&lt;br /&gt;    verdadeiras, em geral são improváveis, fugazes. Interessante detalhe:&lt;br /&gt;    Todas as pessoas que criticam o filme criticam enquanto cinema, como se um&lt;br /&gt;    filme existisse por si mesmo, como se o homem existisse por causa da arte e&lt;br /&gt;    não o inverso. É também uma apologia singela a um tipo de relação que&lt;br /&gt;    se tem deteriorado como careta, que, quando não, se tem banalizado —a de&lt;br /&gt;    pessoas experientes e jovens em que se vêem, em última análise, a de pais&lt;br /&gt;    e filhos (como, de resto, o texto de Jamal lido por Willian, no final,&lt;br /&gt;    frisa). E, no entanto, é um aspecto básico das relações humanas, tão em&lt;br /&gt;    descrédito, a importância da família. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Não&lt;br /&gt;    há mais hoje (pelo menos como regra) essa troca densa, que é esse tipo de&lt;br /&gt;    relação. &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;blockquote dir="ltr" style="MARGIN-RIGHT: 0px"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3"&gt;É&lt;br /&gt;    ainda um filme sobre preconceito. Alguns argumentam que é um filme que&lt;br /&gt;    sucumbe ao preconceito (pelo fato de Jamal e Claire não se beijarem...)&lt;br /&gt;    Entretanto, seja isso realidade (é possível, o cinema ainda é um reflexo&lt;br /&gt;    da sociedade, por mais que tente transcende-la), quem viu, por exemplo,&lt;br /&gt;    &amp;quot;Segundas intençoes&amp;quot;, com sua relação inter-racial -e aquele&lt;br /&gt;    beijo no parque-, &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;ou o capítulo&lt;br /&gt;    de sexta-feira de “Desejos de Mulher”, saberá que um filme pode TER&lt;br /&gt;    esse tipo de abordagem e permanecer preconceituoso. Ademais, o filme não é&lt;br /&gt;    sobre o amor de Jamal e Claire (e mesmo não sendo, a cena do basquete no&lt;br /&gt;    terraço é emblemática), mas sobre a amizade de Jamal e Willian. &amp;quot;Forrester&amp;quot;&lt;br /&gt;    permanece sendo um filme de reconciliação das pessoas e superação do&lt;br /&gt;    preconceito, sobre comunicarmos com os espíritos e evocar uma vida possível,&lt;br /&gt;    ainda que utópica, em que as pessoas valham pelo que são, independente de&lt;br /&gt;    todo o resto, cor, credo, status, etc. Ou seja, atualiza o que hoje é&lt;br /&gt;    impossível, visa o ingresso no que Eliot chama &amp;quot;uma terra em&lt;br /&gt;    plenitude&amp;quot;.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E, finalmente,&lt;br /&gt;    é uma apologia à literatura, à cultura como meio de embelezar a vida, a&lt;br /&gt;    coisas esquecidas como regras gramaticais ligadas à beleza e a beleza&lt;br /&gt;    ligada a tudo o mais. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;blockquote dir="ltr" style="MARGIN-RIGHT: 0px"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="3"&gt;Quem&lt;br /&gt;    ainda acredita na vida, contra todas as expectativas, quem ainda acredita na&lt;br /&gt;    redenção, contra a realidade ao redor,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;sabe que este valor, o humano, já seria suficiente para que &amp;quot;Forrester&amp;quot;,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;além de ser um filme muito bom,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;criativo, absolutamente inédito, inclusive e, sobretudo, na obra de&lt;br /&gt;    Sant, tenha esse algo a mais&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3" face="Book Antiqua"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Book Antiqua" size="3"&gt;e&lt;br /&gt;  seja, como alguém da lista aliás disse, especial. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Book Antiqua" size="4"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Book Antiqua" size="4"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;font size="3"&gt;Ricardo&lt;br /&gt;Rocha&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: 'Bookman Old Style'"&gt;&lt;a href="mailto:ricarddr@escelsa.com.br"&gt;&lt;font size="3"&gt;ricarddr@escelsa.com.br&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-11029376?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/11029376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/11029376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2002_03_01_archive.html#11029376' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-8905916</id><published>2002-01-21T16:27:00.000-03:00</published><updated>2002-01-22T00:26:54.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;i&gt;O Brasil é refém do crime. Não por causa do desemprego (que é cruel), nem da ousadia dos bandidos (que é inacreditavel), mas pela falência da autoridade pública. O Estado sumiu. (in no 22-01)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora me diz se é um País sério: um Comitê Gestor procura nas entrelinhas de nossos blogs algum plano mirabolante, enquanto nas linhas garrafais os bandidos assassinam mais um; a reportagem de capa do Fantástico é sobre os campos da Alquaeda, enquanto nos campos do nordeste há fome, trabalho infantil, e noutras regioes turismo sexual tambám infantil; Somos refés e a solucao se parece muito com a repressao da droga: vao fazer a prisao "perpétua", como se fosse resolver. A solução é acabar com o celeular prépago!... Fala sério... O que resolveria seria uma vez na vida dar uma olhadinha fora de seus gabinetes de alianças, onde veriam que tudo que está aí fora é resultado, não é causa, é consequencia de uma sucessao de erros, intitucionais, dos pais, das comunidades, que demos nas mãos do crime tudo o que o crime tem. Aí, ano de eleicao, todo mundo tem, acontecá a o que aconteecr, um discurso messianico na ponta da língua. É patético, é simplesmente patético. Acho que vou começar a pensar seriamente em voltar para Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-8905916?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/8905916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/8905916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2002_01_01_archive.html#8905916' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-8799217</id><published>2002-01-17T22:52:00.000-03:00</published><updated>2002-01-17T22:55:27.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Deixem-me ver se entendi... destroem minha vida profissional enquanto eu viajava, inventando a tal obrigatoriedade de diploma para jornalismo, e agora, 15 anos e 15 milhões de deformados  - mas empregados, oferecendo-nos a &lt;i&gt;midiacridade &lt;/i&gt; nossa de cada dia - depois, ah, descobriram o engano? enfim, que se pode esperar mais? se 11 de setembro, em toda sua monstruosidade, não foi capaz de mudar o mundo e mudar as pessoas, que seguem suas vidinhas, lambendo o chão por fama, poder e dinheiro (não necessariamente nessa ordem), o que poderá? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me dá licença, vou beijar o céu... &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-8799217?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/8799217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/8799217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2002_01_01_archive.html#8799217' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-6487453</id><published>2001-10-20T17:38:00.000-03:00</published><updated>2001-10-20T17:41:08.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>A empresária Antônia e o industrial Francisco deixaram de lado a vergonha quando a filha Rita, de 14 anos, tomou uma overdose de remédios para dormir. Quando a menina foi socorrida no hospital, eles imploraram por ajuda. Rita dava sinais de que algo não ia bem com ela – mas seus pais não captaram o alerta. "Ela ficava muda, passava horas se olhando no espelho e não queria sair de casa. Depois da tentativa de &lt;a href="http://www.no.com.br/servlets/newstorm.notitia.apresentacao.ServletDeNoticia?codigoDaNoticia=37707&amp;dataDoJornal=atual"&gt;suicídio&lt;/a&gt;, descobrimos que tinha vergonha de estar com espinhas e que se considerava meio gordinha. Avisei a todos na família, porque acho que não existe maneira melhor de evitar uma tragédia do que sabendo que ela pode acontecer dentro da sua casa", diz Antonia, que, com o marido e a filha, faz agora terapia familiar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-6487453?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/6487453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/6487453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_10_01_archive.html#6487453' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-6452543</id><published>2001-10-19T02:12:00.000-03:00</published><updated>2001-10-19T02:12:44.780-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>E, tempos difíceis de maniqueísmo, a que a "livre imprensa" responde com maniqueísmo e superficialidade, graças a Deus pela Internet! &lt;br /&gt;&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;Nova pagina 2&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Bookman Old Style"&gt;&amp;quot;Thank God for the internet.Journalism is so cowed by the Administration. I get all my good news, that I pass around, from outside the world. The media seems to have taken as big a hit on 9/11 as the government. But it doesn't matter. No matter who tries to muzzle the media, the internet genie will not let it happen. Freedom of the press, Democracy and civilization may be crushed in the real world, but on the internet, IT LIVES".&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Garamond"&gt;&lt;i&gt;in "Metafilter", 18 de outubro de 2001&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Bookman Old Style"&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-6452543?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/6452543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/6452543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_10_01_archive.html#6452543' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-5032314</id><published>2001-08-11T10:19:00.000-03:00</published><updated>2001-08-11T10:19:24.580-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;Permanecemos enfim em nossos caminhos solitários&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4"&gt;Permanecemos enfim em nossos caminhos solitários, era de se esperar.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Abadi MT Condensed Light"&gt;And after a while Iwent out and lett the room where I saw the &lt;a  href="http://us.imdb.com/Title?0102050"&gt;movie&lt;/a&gt;, no word posible.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;___________________________&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://predilectos.blogspot.com"&gt;links/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;_____________________&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="4" face="Lucida Handwriting"&gt;&amp;lt;b&gt;Recebi &amp;lt;/b&gt;ontem três e-mails, de fontes sem nada em comum, mas tocando num mesmo ponto. A solidão humana. Ontem, o Globo Repórter abordou esse assunto. Era sobre a dor. E o que é a dor senão uma absoluta sensação de solidão? Ninguém mais pode sentir o que estamos sentindo, estamos excluídos da vida pela dor. Passei três anos de minha vida sofrendo da neuralgia do trigêmeo, e mais um e meio de crises esparsas após a cirurgia. É isso o que se sente, junto à dor: uma absoluta solidão, um completo desamparo.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Os e-mails falam disso mesmo. Nenhum falava sobre dor.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Um falava especificamente sobre a solidão. Retiro dele algumas frases ao acaso: “Solidão (...)é [assim] ser ignorado e abandonado na presença de alguém”, “sua presença não dá espaço para fugas ou escapismos como quando estamos absortos em algo, mas revela cruelmente nossos mais remotos hábitos, medos, temores e anseios.”  Nesse sentido, somos todos sozinhos e, na verdade, até deveria ser desejável ser sozinho, ao menos nesses quandos. Mas o fato é que não desejamos a solidão. Fugimos dela, ainda que seja o mais inútil de nossos comportamentos, pois nascemos sozinhos, morreremos sozinhos e talvez o ápice da experiência humana, o prazer sexual, o orgasmo, é o mais solitário dos momentos, tanto que nos agarramos à parceira, para não despencar naquele abismo, o que afinal acontece.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Outro e-mail falava sobre tecnologias, sobre internet em particular. Em certo momento, diz: “a rede é assíncrona, distribuída, e a coisa mais fácil de fazer, aqui, é mandar um email: ou seja, se comunicar, escrever para alguém (ou para muita gente) sobre a vida, os problemas do dia-a-dia, as fofocas da esquina, as piadas da semana, os problemas do governo, a bagunça das ruas da cidade. Comunicação é cidadania, pra começar”.  Não creio. Permita-me o autor responder daqui: comunicação é solidão, pra começar. O ICQ campeão o que prova? Que todos são cheios de amigos e por isso tem o programa e uma lista enorme de contatos? Ou exatamente o inverso, que tem uma lista enorme de contatos porque são sozinhos e, tendo medo de se-lo, se agarram nos bate-papos como os amantes no gozo, como fuga do inevitável? Também por isso, as amizades na internet são assim tão horrivelmente passageiras. Se é difícil ter e contar com amigos reais, quando passamos para os virtuais, isso se torna impossível. É a amizade feita sob encomenda para, como citei do mail anterior, “manter-nos estamos absortos em algo”.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;O último não é um e-mail propriamente, mas o resultad de uma pesquisa que uma newsletter me envia: “A família continua sendo o pilar da sociedade brasileira, é o que revelou recente pesquisa realizada pelo Opinia. 93% dos internautas pesquisados afirmaram que ‘A família é a coisa que eu mais valorizo em minha vida’. Além da família, os amigos ocupam um grande espaço na vida dos internautas. 76% afirmam que ‘Considero meus amigos tão próximos a mim como os membros de minha família’”.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Minha vizinha, na vida de quem fui incluído à revelia pela altura das conversas vindas de lá, tem um estilo de vida notável: Vive brigando com seu companheiro, ou ao contrário, chamando-o de amor. Numa das brigas, semana passada, disse: “Mas será que só você não vê que eu não nada por você?”. Pra completar, disse a uma amiga que veio pouco depois que ele saiu: “Ah não, eu sou jovem, bonita, não preciso desperdiçar minha vida assim por causa de meia-dúzia de mordomias”.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Confessava a união por interesse. Mas o mais interessante mesmo veio quando, há uns dois dias, ele teve que viajar. A casa onde os dois viviam, praticamente só mantendo os dois mesmos sob o teto todo o tempo, agora é um festival de parentela e amigas. E, subitamente, o nome dele é citado agora com respeito, quase com saudade, numa casa agora sempre cheia. A moça “bonita e jovem” parece não se sentir mais desperdiçando a vida, em meio às mesmíssimas mordomias de antes. Não fica sozinha nunca. Algumas companhias parecem ter apenas essa única finalidade,  mantê-la absorta.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Quanto a mim, pelas janelas abertas, com as vozes, chegam os raios de luz com um cheiro sombrio que me distrai. O céu tem estado nublado e meu consolo é lembrar o passado enquanto passo por arquivos antigos. A realidade não existe, mas apenas impressões antigas.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Estou sozinho.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Gosto de pensar que há algo de útil e mais que desejável, necessário, na solidão. Gosto de pensar, nesses momentos, em deserto e horto, em tentações e suor de sangue.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-5032314?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/5032314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/5032314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#5032314' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4992628</id><published>2001-08-09T05:16:00.000-03:00</published><updated>2002-04-20T21:35:46.000-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;A gracious lady is respected but a woman without virtue is a disgrace&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0; line-height: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="4"&gt;A&lt;br /&gt;gracious lady is respected but a woman without virtue is a disgrace. From the&lt;br /&gt;Victorian angel to the sexy star, alone in the city, women were happy as sexual&lt;br /&gt;object, or not. It was what they represented, desire objects, reality th’&lt;br /&gt;‘at ‘ey were able to accept or not. There was a first subject: The roles&lt;br /&gt;were defined again but the economical dependence was not overcome.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0; line-height: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="4"&gt;An&lt;br /&gt;ideology of romance could end in sexual danger or a married woman's burdensome&lt;br /&gt;double day, a vision that embraced economic justice and community solidarity. &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0; line-height: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt; But&lt;br /&gt;the things are not like this, so obvious, because there are other factors in&lt;br /&gt;cause. The man dreams, as the woman and sometimes more. Perhaps it is not the&lt;br /&gt;most common, but the man also dreams. It cuts his heart to know that loved woman&lt;br /&gt;is in another place, far away but so close, with other people. There necessarily&lt;br /&gt;is not in that ownership feeling, but always of loss. Although the difference&lt;br /&gt;subtle, is not the same thing. Besides the angels and of the stars, it hovers&lt;br /&gt;the imagination. &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0; line-height: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0; line-height: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="4"&gt;The&lt;br /&gt;imagination, when becomes sensibility, it has few true images and a lot of&lt;br /&gt;fantasy and prejudices. It is blinder than the justice. A word is enough to&lt;br /&gt;change a life, a suggestion it can destroy the future. Also alone in the city,&lt;br /&gt;the men are equally a type of black angels, who wait in the imagination what the&lt;br /&gt;reality – what the women really&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;are&lt;br /&gt;- usually denies him.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="4" color="#00FFFF"&gt;&lt;br /&gt;&lt;marquee behavior="slide" bgcolor="#0000FF"&gt;quarta-feira, 08 de agosto de 2001&lt;br /&gt;19:53 -0200&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="4"&gt;A mulher&lt;br /&gt;virtuosa é respeitada, mas é mais comum as que envergonham outras por serem&lt;br /&gt;mulher. De anjo vitoriano a símbolo sexual, sozinha na cidade, as mulheres&lt;br /&gt;estavam felizes, ou não, sendo objetos de desejo&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;— o que significa dizer que era o que representavam, uma realidade a&lt;br /&gt;que podiam ou não se acomodar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="4"&gt;Havia uma questão primeira. Os papéis se&lt;br /&gt;redefiniam, mas sem ainda superar a dependência econômica. A ideologia do&lt;br /&gt;romance poderia acabar em perigo sexual ou no expediente dobrado de mulher&lt;br /&gt;casada — visão que abraçou justiça econômica e solidariedade comunitária.&lt;span style="mso-spacerun:&lt;br /&gt;yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="4"&gt;Mas as coisas não são assim tão óbvias.&lt;br /&gt;Porque há outros fatores envolvidos. O homem, como a mulher e às vezes mais,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;sonha. Não é regra, talvez. Mas sonha. Corta seu coração saber que a&lt;br /&gt;mulher que ama está em tal lugar, longe dele, e com pessoas que não são ele.&lt;br /&gt;Não há necessariamente sentimento de posse, e sim de perda – que, embora a&lt;br /&gt;diferença possa ser sutil, não é a mesma coisa. Além dos anjos e das&lt;br /&gt;estrelas, paira a imaginação.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="4"&gt;A imaginação do ser amado, quando se&lt;br /&gt;transforma em sensibilidade, dispõe de poucas imagens verdadeiras e muita&lt;br /&gt;fantasia e preconceitos, é cega, mais que a justiça. Uma palavra é suficiente&lt;br /&gt;para mudar uma vida, uma sugestão pode destruir o futuro. Porque, também&lt;br /&gt;sozinhos na cidade, os homens são igualmente um tipo de anjos negros, que&lt;br /&gt;esperam da imaginação o que a realidade das mulheres geralmente lhe nega.&lt;span style="mso-spacerun:&lt;br /&gt;yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="2" color="#00FFFF"&gt;&lt;br /&gt;&lt;marquee bgcolor="#0000FF"&gt;publicado originalmente em outubro de 1999&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4992628?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4992628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4992628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4992628' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4972153</id><published>2001-08-08T04:15:00.000-03:00</published><updated>2001-08-08T04:15:55.036-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.liacaldas.com/"&gt;Lia&lt;/a&gt;: beleza em design&lt;br /&gt;Angie: beautiful &lt;a href="http://www.photo.net/photodb/folder?folder_id=139893"&gt;nature&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4972153?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4972153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4972153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4972153' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4971946</id><published>2001-08-08T04:00:00.000-03:00</published><updated>2001-08-08T04:00:02.290-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Publication of a sad &lt;a href="http://rocharias.blogspot.com"&gt;return&lt;/a&gt; but not a lot, after all.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4971946?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4971946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4971946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4971946' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4969592</id><published>2001-08-08T01:05:00.000-03:00</published><updated>2001-08-08T01:05:22.263-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Peninha...&lt;br /&gt;A Comunidade &lt;a href="http://www.metafilter.com"&gt;Metafilter&lt;/a&gt; está de férias. Mas tem lá umas boas opções. &lt;br /&gt;Quando a gente vai fazer algo parecido por aqui?&lt;br /&gt;Não, fala sério, 1000 particpantes, assuntos da hora, comentarios livres etc. Fala sério, não tem não!!!  &lt;br /&gt;No aguardo...&lt;br /&gt;Peninha...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4969592?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4969592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4969592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4969592' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4952869</id><published>2001-08-07T04:47:00.000-03:00</published><updated>2001-08-07T04:47:07.036-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;Renunciei às coisas que tomam os homens por ventura&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Renunciei às coisas que tomam os homens por ventura,&lt;O:P&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;br /&gt;Empenhando-me em trabalhar apenas nas coisas úteis&lt;O:P&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;br /&gt;Boas obras que à penumbra se confinam, aceitando com a&lt;br&gt;&lt;br /&gt;mesma face o Aplauso de todos e amor de ninguém&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Todos estão propensos a&lt;br&gt;&lt;br /&gt;investir&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;seu dinheiro, mas apenas&lt;br&gt;&lt;br /&gt;quando esperam dividendos. &lt;O:P&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Ninguém nos dá emprego&amp;quot;, dizem os trabalhadores, &lt;O:P&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;br /&gt;Com as mãos no bolso e o rosto cabisbaixo&lt;/i&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(baseado em TS.Eliot”’s&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;“The Rock”: A Pageant Play, London: Faber &amp;amp;Faber, 1934)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Book Antiqua" size="4"&gt;My health becomes worse. I try to&lt;br /&gt;regularize physical exercises..&lt;br&gt;&lt;br /&gt;A Year ago, I was well; I gave class and to do researches in the bicycle to&lt;br /&gt;University. That helped very much as incentive; that protected against&lt;br /&gt;depression, the reality today, due to the unemployment.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Book Antiqua" size="4"&gt;The cold bath, in the morning, wakes up me&lt;br /&gt;of the sad drowsiness and the hot bath when lying down it just calms, therefore&lt;br /&gt;I cannot sleep exactly in schedule the connection is cheaper. With the electric&lt;br /&gt;power crisis, the situation is still more serious and the perspective is gloomy.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Book Antiqua" size="4"&gt;I need the work that appears, when it&lt;br /&gt;appears.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Book Antiqua" size="4"&gt;The only value of the bouquets that I give&lt;br /&gt;to the women - girlfriends, friends, former and daughters-, it is in the hand&lt;br /&gt;who gives them, because they are cheap flowers.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Book Antiqua" size="4"&gt;I found out that specialized employment&lt;br /&gt;media speech (it is necessary to know computer science and to stay updated, it&lt;br /&gt;is necessary to know languages, above all Spanish and English and to be&lt;br /&gt;versatile) it is just that, a speech, once I have something that no boss wants:&lt;br /&gt;intellectual and moral independence.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Book Antiqua" size="4"&gt;But that doesn't make less dramatic the&lt;br /&gt;work lack and the solitude.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Courier"&gt;&lt;i&gt;Com o agravamento da minha saúde, tenho procurado&lt;br /&gt;regularizar os exercícios físicos diários. Há um ano atrás, estava bem, ia&lt;br /&gt;dar aula e fazer pesquisas na Universidade de bicicleta, o que ajudava muito&lt;br /&gt;como estímulo e protegia contra a depressão, que é o quadro hoje, com o&lt;br /&gt;desemprego.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;O banho frio, pela manhã, desperta da madorna triste e o quente ao deitar&lt;br /&gt;apenas acalma, pois não posso me dar ao luxo de dormir justamente no horário&lt;br /&gt;em que a conexão fica mais barata. Com a crise de energia elétrica, a situação&lt;br /&gt;ficou ainda mais grave e a perspectiva é sombria.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Courier"&gt;&lt;i&gt;O único valor dos buquês que costumo dar às&lt;br /&gt;mulheres - namoradas, amigas, ex e filhas, está na mão que os entrega, pois são&lt;br /&gt;flores baratinhas.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Courier"&gt;&lt;i&gt;Descobri que o discurso especializado da mídia de&lt;br /&gt;emprego (é preciso saber informática e manter-se atualizado, é preciso&lt;br /&gt;conhecer idiomas, sobretudo espanhol e inglês e ser versátil) é apenas isso,&lt;br /&gt;um discurso, uma vez que tenho algo que nenhum patrão quer: independência&lt;br /&gt;intelectual e moral.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Courier"&gt;&lt;i&gt;Mas isso não faz menos dramática a falta de&lt;br /&gt;trabalho e a solidão.&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="byline"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;font face="Courier"&gt;- Ricardo Rocha, &lt;a href="http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_bauh_archive.html#4938153"&gt;1:26&lt;br /&gt;  PM&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;marquee behavior="alternate"&gt;segunda-feira, 06 de agosto de 2001 14:56:11 -0200&lt;/marquee&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:ricardr60@hotmail.com"&gt;Ricardo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4952869?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4952869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4952869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4952869' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4926604</id><published>2001-08-05T21:23:00.000-03:00</published><updated>2001-08-05T21:23:37.863-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://us.imdb.com/EGallery?source=mptv&amp;group=1103&amp;photo=9926_0009.jpg&amp;path=pgallery&amp;path_key=Thompson,+Lea"&gt;Lea&lt;/a&gt;Tompshon&lt;br /&gt;(post abaixo) (A substituta)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4926604?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4926604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4926604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4926604' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4921596</id><published>2001-08-05T15:08:00.000-03:00</published><updated>2001-08-05T15:08:18.756-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>New Pic of &lt;a href="http://us.imdb.com/EGallery?source=granitz&amp;group=1054&amp;photo=wright_penn_robin3.jpg&amp;path=pgallery&amp;path_key=Wright,+Robin"&gt;Robin_Wright&lt;/a&gt; in &lt;a href="http://wireImage.com"&gt;Wirelmage&lt;/a&gt;/&lt;a href="http://www.imbd.com"&gt;IMDB&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4921596?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4921596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4921596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4921596' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4920828</id><published>2001-08-05T14:00:00.000-03:00</published><updated>2001-08-05T14:00:10.406-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Loved &lt;a href="http://us.imdb.com/Title?0119581"&gt;Loved&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;USA: 102m., 1996 &lt;br /&gt;&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;Lawyer summons a defendant&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Abadi MT Condensed Light" size="4"&gt;Lawyer summons a defendant's old girlfriend. Current girlfriend, the customer, is disable for suffering several violence. In the tribunal, united in a link of affective lack,  it's born an inexplicable feeling among the lawyer and the girl to who he called. They are also disable people, emotionally.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Um advogado chama para depor a antiga namorada do acusado de impor à sua namorada atual maus tratos, que a levaram a uma cadeira-de-rodas. Entre os dois, unidos por um elo de carência afetiva, nasce um sentimento inexplicável.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Movie to be discovered, "Loved" was produced by Sean Penn, who still recommends the work with a beautiful guest's participation. His wife, &lt;a href="http://us.imdb.com/EGallery?source=granitz&amp;group=1043&amp;photo=wi20010109_SeanPennRobinWrightP_Granitz_135330.jpg&amp;path=pgallery&amp;path_key=Wright,+Robin"&gt;Robin_Wright&lt;/a&gt; is the protagonist. She, barefoot n' kinder than never, is  somebody who needs be "loved".&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Filme para ser descoberto, "Loved" ("Crime Passional", um péssimo título em português) foi produzido por Sean Penn, que recomenda a obra ainda com uma bonita ponta no início e sua mulher, Robin Whight, faz a protagonista de um enredo denso, que serve de estudo sobre faces menos óbvias do amor.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;It is a dense plot, a study about human behavior (for Eric Digmam). It is about the less obvious faces of the love.  Willian Hurt finally has a performance worthy of his talent, always evil-taken&lt;br /&gt;advantage.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;É ela que, descalça e mais amável do que nunca, que ser amada, conforme o título original. Willian Hurt finalmente tem um performance à altura de seu sempre mal-aproveitado talento.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;But, it is necessary to say: IMDB critic didn't like. "Boring", he said. All right, all right...&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Mas, é bom que se diga, a crítica do IMDB não gostou. "Enfadonho", diz lá. Então tá.&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4920828?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4920828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4920828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4920828' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4902561</id><published>2001-08-04T04:20:00.000-03:00</published><updated>2001-08-04T04:20:19.096-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;How much longer will the wicked be glad&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-indent: 10"&gt;&lt;font face="Courier" size="4"&gt;&lt;b&gt;How&lt;/b&gt; much longer will the wicked be glad? I wish I could to write now about that, but I dont know how - does it matter? Sometimes it is best for us to wait in silence. I will watch; I will know my text.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;I do not know when. A day of those. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4902561?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4902561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4902561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4902561' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4902498</id><published>2001-08-04T04:13:00.000-03:00</published><updated>2001-08-04T04:13:52.073-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>The Substitute&lt;br /&gt;&lt;a href="http://us.imdb.com/Title?0111304"&gt;Wife&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;USA: 92m., 1994. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;No tempo dos pioneiros do oeste americano&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Abadi MT Condensed Light"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Abadi MT Condensed Light"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Abadi MT Condensed Light"&gt;No tempo dos pioneiros do oeste americano, uma mulher&lt;br /&gt;descobre que está doente e tem pouco tempo de vida; vai então procurar uma&lt;br /&gt;outra mulher para que fique com seu marido e cuide de seus filhos. Mas as coisas&lt;br /&gt;não acontecem exatamente como se imaginava...&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Abadi MT Condensed Light"&gt;Mostra, sem falso moralismo, a vida difícil dos&lt;br /&gt;colonizadores, e, no caso, de duas mulheres com o mesmo homem, na mesma casa,&lt;br /&gt;com as mesmas crianças. O que parece indecente a princípio, se constituirá&lt;br /&gt;numa das mais singelas e comoventes histórias de amor que o cinema mostrou.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Abadi MT Condensed Light"&gt;Peter Weller (Robocop) é diretor e ator, convincente nas&lt;br /&gt;duas funções. Farrah Fawcett está bem, mas, sobretudo, Lea Thompson, que&lt;br /&gt;parece destinada, como o próprio filme, a ser perfeita, sem jamais ser&lt;br /&gt;reconhecida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="right"&gt;&lt;font face="Abadi MT Condensed Light"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;título em Português: &lt;i&gt;&amp;quot;A Substituta&amp;quot;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Abadi MT Condensed Light"&gt;&lt;!--webbot bot="Timestamp" S-Type="EDITED"&lt;br /&gt;S-Format="%d/%m/%y %H:%M:%S" startspan --&gt;03/08/01 14:14:52&lt;!--webbot bot="Timestamp" endspan i-checksum="26262" --&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Abadi MT Condensed Light"&gt;&lt;i&gt;In the pioneers' of&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;American&lt;br /&gt;west time, a woman is sick and she has little time of life; she seeks another&lt;br /&gt;woman to satisfy her husband and to take care of her children. But things don't&lt;br /&gt;happen exactly as she imagined...&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Abadi MT Condensed Light"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt; This movie shows, without false moralism and with a lot of&lt;br /&gt;sensibility, the settlers' difficult life in old western world, and, specifically, two women with the&lt;br /&gt;same man, in the same house, with the same children. Something that seems&lt;br /&gt;indecent at first, it will be constituted&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;an&lt;br /&gt;of the simplest and touching love histories that the movies showed.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Abadi MT Condensed Light"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt; Peter Weller (Robocop) he is the director and actor; he&lt;br /&gt;convince in the two functions. Farrah Fawcett is well. But, above all, Lea&lt;br /&gt;Thompson, who is destined, as this same movie, to be perfect, without never to&lt;br /&gt;be recognized. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4902498?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4902498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4902498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4902498' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4881700</id><published>2001-08-03T01:02:00.000-03:00</published><updated>2001-08-03T01:02:17.943-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Think about &lt;a href="http://abcnews.go.com/sections/living/DailyNews/datingviolence010731.html"&gt;it&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;World is ruled by women&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-indent: 70"&gt;&lt;font face="Comic Sans MS" size="4" color="#FF00FF"&gt;World is ruled by women&lt;/font&gt;&lt;font face="Impact" color="#800080"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Impact" color="#000000"&gt; Men are subordinate&lt;/font&gt;&lt;font face="Impact" color="#800080"&gt;.&lt;/font&gt;&lt;font color="#800080" face="Haettenschweiler" size="4"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Haettenschweiler" size="4" color="#0000FF"&gt; The intensity&lt;br /&gt;both of desire n' caution became a substitute for true contact — men has broken&lt;br /&gt;their own rules of domination.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;They lose the subtileness.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-indent: 70"&gt;&lt;font color="#0000FF"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;font face="Haettenschweiler" size="4"&gt;What means that violence?&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face="Haettenschweiler" size="4"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-indent: 70"&gt;&lt;font face="Haettenschweiler" size="4" color="#0000FF"&gt;Woman's body is a secret space; eroticism is the aura,&lt;br /&gt;around sex. Just like said Camile, it cannot be end by social convenience. It is&lt;br /&gt;not easy to define what the term “sexual” includes. &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-indent: 70"&gt;&lt;font face="Haettenschweiler" size="4" color="#0000FF"&gt;Love — commonly speaking — is a similar passion,&lt;br /&gt;everywhere, it attacks the African and the European in the same way. Disease&lt;br /&gt;perhaps, however powerful: “Embrace her expel’ls my malaria” (Egyptian&lt;br /&gt;poem mentioned by Bergmann). &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-indent: 70"&gt;&lt;font face="Haettenschweiler" size="4" color="#0000FF"&gt;When it moves to erotic atmosphere, romantic love can&lt;br /&gt;strengthens or to break; finally, the eroticism determines the fullness of love.&lt;br /&gt;However, what fullness can have masculine loss of sperm, corresponding to the&lt;br /&gt;feminine gain of&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;pregnancy? &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-indent: 70"&gt;&lt;font face="Haettenschweiler" size="4" color="#0000FF"&gt;Is the mother here? or the prostitute?&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-indent: 70"&gt;&lt;font face="Haettenschweiler" size="4" color="#0000FF"&gt;There is not pure love, but factors confluence: romantic,&lt;br /&gt;erotic, and, rarely, — but when it exists,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;exists with uncommon force:&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;heterosexual&lt;br /&gt;friendship. &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-indent: 70"&gt;&lt;font face="Haettenschweiler" size="4" color="#0000FF"&gt;I am thinking about that, where and why enters the violence,&lt;br /&gt;sexual or not, in dates. I am just thinking. I don’t get to arrive any&lt;br /&gt;conclusion.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-indent: 70"&gt;&lt;font face="Haettenschweiler" size="4" color="#0000FF"&gt;In the Man’s mind, it be linked, intimately, passion and&lt;br /&gt;violence, some violence,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;dominance.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Maybe revenge, because the world is in fact dominated by the women.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4881700?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4881700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4881700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4881700' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4881662</id><published>2001-08-03T00:59:00.000-03:00</published><updated>2001-08-03T00:59:35.033-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;O mundo é governado pelas mulheres&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#FF0000" size="3" face="Georgia"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;O mundo&lt;/b&gt; é governado pelas mulheres. O homem lhes é&lt;br /&gt;subordinado. A intensidade do desejo e da precaução se torna um substituto para o&lt;br /&gt;verdadeiro contato —&amp;nbsp; os homens quebraram suas próprias regras de dominação.&lt;br /&gt;Perderam a sutileza. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#FF0000" size="3" face="Georgia"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;O&lt;br /&gt;que significa essa violência?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;font color="#FF0000" size="3" face="Georgia"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#FF0000" size="3" face="Georgia"&gt;&lt;i&gt;O corpo de mulher é um espaço secreto; o erotismo é a&lt;br /&gt;aura ao redor do sexo. Como disse Camile,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;não&lt;br /&gt;pode ser controlado por conveniência social. Não é fácil de definir o que o&lt;br /&gt;termo “sexual” abrange.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#FF0000" size="3" face="Georgia"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt; O amor — dito de um modo vulgar — é uma paixão&lt;br /&gt;semelhante em toda parte, ataca da mesma maneira o africano e o europeu. Doença&lt;br /&gt;talvez, mas poderosa: “Abraça-la cura a minha enfermidade” (poema egípcio europeu&lt;br /&gt;citado por Bergmann).&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#FF0000" size="3" face="Georgia"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt; Porém, que plenitude pode ter a perda masculina do&lt;br /&gt;esperma, que corresponde ao ganho feminino da gravidez?&lt;span style="mso-spacerun:&lt;br /&gt;yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#FF0000" size="3" face="Georgia"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt; Trata-se, aqui, da mãe ou da prostituta?&lt;span style="mso-spacerun:&lt;br /&gt;yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#FF0000" size="3" face="Georgia"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt; Fico pensando, nisso tudo, onde e por que entra a violência,&lt;br /&gt;sexual ou não, nos encontros. Apenas fico pensando. Não consigo chegar a&lt;br /&gt;nenhuma conclusão. Parecem, na mente do Homem, estar intrinsecamente ligadas, a&lt;br /&gt;paixão e a violência, algum tipo de violência, a dominação.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;font color="#FF0000" size="3" face="Georgia"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#FF0000" size="3" face="Georgia"&gt;&lt;i&gt;Talvez vingança, porque o mundo,&lt;br /&gt;na verdade,&amp;nbsp; é dominado pelas&lt;br /&gt;mulheres.&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font color="#FF0000" size="3" face="Georgia"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3" face="Georgia" color="#000000"&gt;&lt;!--webbot&lt;br /&gt;bot="Timestamp" S-Type="EDITED" S-Format="%d/%m/%y %H:%M:%S %Z" startspan --&gt;02/08/01 15:43:53 -0200&lt;!--webbot&lt;br /&gt;bot="Timestamp" endspan i-checksum="32317" --&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4881662?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4881662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4881662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4881662' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4865526</id><published>2001-08-02T03:39:00.000-03:00</published><updated>2001-08-02T03:39:00.720-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;In the countryside&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Century Gothic"&gt;In the countryside,&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Times New Roman; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;the flowers&lt;br /&gt;are bloom; this is time for singing. The song of doves is heard in the fields&amp;quot;&lt;br /&gt;(Songs 2:12)&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoPlainText"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Lucida Handwriting" color="#000080"&gt;Miss&lt;br /&gt;Michele Malinoski: &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Lucida Handwriting" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoPlainText" style="line-height: 150%"&gt;&lt;font face="Lucida Handwriting" color="#000080"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;I work while the music elapses in the radio. It is comforting. It loosens&lt;br /&gt;us of the work, as when somebody runs the curtains and the day is going&lt;br /&gt;appearing, immemorial and diamond.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&lt;br /&gt;&amp;quot;MS Mincho&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoPlainText" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;MS Mincho&amp;quot;"&gt;&lt;font face="Lucida Handwriting" color="#000080"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;I say that because I feel lack of the style that you began to implant in&lt;br /&gt;your schedules, basing every day and your entrances on a verse.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoPlainText" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;MS Mincho&amp;quot;"&gt;&lt;font face="Lucida Handwriting" color="#000080"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Why did you stop do it? The Word is essential in a Christian broadcasting&lt;br /&gt;station, above all if, as it seems, the direct publicity was also made a need.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoPlainText" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;MS Mincho&amp;quot;"&gt;&lt;font face="Lucida Handwriting" color="#000080"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Well, about Bach’s &lt;i&gt;Passion According St Matthew&lt;/i&gt;,&lt;br /&gt;it is, I think, the most perfect praise that somebody already did. Text is in&lt;br /&gt;German among passages of Calvary and the prayer that implores the Father's&lt;br /&gt;favor. Just like Blind Willie Johnson ‘s Blues.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoPlainText" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;MS Mincho&amp;quot;"&gt;&lt;font face="Lucida Handwriting" color="#000080"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoPlainText" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;MS Mincho&amp;quot;"&gt;&lt;font face="Lucida Handwriting" color="#000080"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Peace &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoPlainText" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;MS Mincho&amp;quot;"&gt;&lt;font face="Lucida Handwriting" color="#000080"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Ricardo&lt;/font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoPlainText" style="line-height: 150%"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoPlainText" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: MS Mincho"&gt;email&lt;br /&gt;enviado em dezembro de 2000&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;MS Mincho&amp;quot;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4865526?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4865526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4865526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4865526' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4844735</id><published>2001-08-01T00:25:00.000-03:00</published><updated>2001-08-01T00:25:46.556-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;i&gt;Nesta vila do interior do Espírito Santo, onde ao longo de todo o ano faz frio,&lt;br /&gt;certamente eu seria feliz, ficando pelo resto de meus dias — e, que perfeição&lt;br /&gt;não seria, estando comigo a amada!, enquanto os dias maus das profecias chegam&lt;br /&gt;à cidade grande. O clima torna desfocadasas terras de minha memória, as&lt;br /&gt;mesmas outrora luminosas, e quanto mais na tela de um desejo, de uma esperança,&lt;br /&gt;que independente de ser possível faz verossímil qualquer realidade que toca,&lt;br /&gt;retirando a monótona nostalgia. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;A HREF="mailto:ricardr60@hotmail.com"&gt;Ricardo_de_Almeida_Rocha&lt;/A&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4844735?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4844735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4844735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_08_01_archive.html#4844735' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4824618</id><published>2001-07-31T00:26:00.000-03:00</published><updated>2001-07-31T00:26:26.720-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.israelnewswire.com/blogger.html"&gt;so_sad&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;Schumpeter think about the innovation routine&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 11"&gt;&lt;font COLOR="#0000ff" size="2" face="Comic Sans MS"&gt;Schumpeter&lt;br /&gt;think about the innovation routine.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 11"&gt;&lt;font color="#0000ff" size="2" face="Comic Sans MS"&gt;With&lt;br /&gt;relationship to that, internet is default. Scholars find out policy perspective&lt;br /&gt;on innovation; how about these developments would tame technological advance and&lt;br /&gt;the economic adjustments required by it. Fake innovation? The attempt to&lt;br /&gt;optimize and accordingly control technological will lead not to efficiency but&lt;br /&gt;to inefficiency. During a period, productive systems expanded in response to&lt;br /&gt;foreign demand this is due to fuller and more intensive exploitation of the&lt;br /&gt;natural resources and labour force rather than to the introduction of&lt;br /&gt;technological innovations. There is many forms of thinking innovation and&lt;br /&gt;routine, what perhaps is more on the agenda than we thought... You know as... A&lt;br /&gt;lot of work, many speeches, a lot &lt;u&gt;little&lt;/u&gt; of the true life...&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 11"&gt;&lt;font color="#0000ff" size="2" face="Comic Sans MS"&gt;To&lt;br /&gt;speak about is, today, almost a religion, then, let us speak like this. Church&lt;br /&gt;has a moral influence on&lt;a href="http://www.nd.edu/~ndcpl/Bibliography/womenandworship.html"&gt;women&lt;/a&gt; and this is an important phenomenon because women&lt;br /&gt;have a sexual influence among male population attended by school, and by a &lt;br /&gt;sequential pattern of glandular changes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 11"&gt;&lt;font color="#0000ff" size="2" face="Comic Sans MS"&gt;Life  should be graced, supposed to be funny. Schumpeter&lt;br /&gt;didn't think about &lt;a href="http://www.queendom.com/tests/personality/sex_personality.html"&gt;that&lt;/a&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font FACE="Times New Roman" SIZE="2" COLOR="#0000ff"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 11"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 11"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 11"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4824618?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4824618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4824618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_07_01_archive.html#4824618' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4801514</id><published>2001-07-29T19:45:00.000-03:00</published><updated>2001-07-29T19:45:51.376-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.photo.net/photodb/photo?photo_id=303837&amp;size=lg"&gt;baby_dool&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de imprimir o cartão-postal de Verona, no delírio de ter uma cidade sob o sol nas mãos e estar sob o sol de outra cidade - por um momento vou deixar de falar a respeito tanto delas, não parece ser agora  relevante - eu evocava meu primeiro chat com Verona, num ICQ versão antiqüíssima, levado pela intrínseca relação entre a reminiscência e os dois sóis, com minha vinda de um para o outro. Também no Outlook me esperavam novos eflúvios, no e-mail de Kátia, que conhecera em Lisboa, numa noite insone à beira dos cacilheiros, no Cais do Sodré. Ah, o confuso mundo de camponeses e reis, dos pedestais da notívaga aristocracia feminina e ternos vagabundos sob o sol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, naturalmente, faz parte do passado, e, a princípio, aqui deveria ser um diário, o meu blog. Pelo menos era essa a intenção ao acessar o site. Agora, sinto que aquela minha decisão era formal e que, nos limites vazios do intervalo que se fez da intenção à conexão, onde tudo apenas se colocara de modo tão certinho porque ainda não me encontrava lá, isto é, aqui, nesse processador de texto estranho, outras coisas parecem-me mais importantes de serem expressas, e talvez eu possa faze-lo sem deixar o formato de "blog" - o que não se pode aliás fazer na rede?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixe-me então falar de coisas que se perdem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época, eu buscava alguma coisa como o amor, agora, pouco resta além de sobreviver. Sou um ghost-writer... Isso, diga-se, é apenas um eufemismo. Na verdade nada tenho de fantasma e escritor seria se pudesse por o meu nome nos trabalhos que faço. O dia posterior nunca suporta as amplitudes das jornadas que sonhamos no dia anterior. Eu, que deveria estar como escritor, como um redator, que seja (e, vendo os textos acadêmicos, percebe-se que não é coisa assim tão difícil), no mercado de trabalho, tenho inutilmente espalhado meu currículo pela rede, mas sou eu quem fornece os profissionais para ele. Lidar com professores-orientadores, isto é, lidar com deuses, já é algo desgastante, quanto mais fazer isso tendo um intermediário e tendo de se esconder atrás de nomes que não são o seu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, hoje é domingo, e a vida segue. De algum modo, não sei se suportaria de novo entrar no mercado de trabalho, ter horários, etc. Aqui, diante de meu 486 turbinado, faço meus próprios horários, meus deshorários na verdade. Não tenho patrão. Não sou propriamente uma ovelha seguindo as outras, seguindo a moda, seguindo ordens determinadas por um mundo condenado e corrupto - não sei se suportaria de novo te rum patrão, mesmo esses de hoje, como diz o anúncio de uma revista que li hoje, "presidentes com cara de estagiário". Certo, há esse lado legal, os jovens assumindo as responsabilidades, mas isso não se transfere na hora de sair do trabalho para casa. Em casa, continuam dependentes, continuam, talvez mais que os presidentes com cara de presidentes, conservadores e pra lá de caretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não todos, é claro. Pois estou contando a respeito de Verona! Boa menina. Falava no e-mail de suas aulas na universidade, seu trabalho de webmaster, de todo seu tempo tomado, mas ainda dá pra ela passar umas horinhas por dia num pub, e até voltar e ver um DVD. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar nisso, vi hoje True Crime, de e com Clint Eastwood. O crime verdadeiro, no caso, seria a execução de um inocente condenado à morte. Um assunto de que não se fala muito, tem seus momentos aqui e ali, mas de modo geral não é comum. E, entretanto, é uma questão tremenda. Victor Hugo chegou a ser expatriado por defender a abolição da pena. É alguma coisa controversa. Tem gente que nem a morte parece que resolverá; aqui, em minha cidade (eu já disse que não vou falar dela agora?), a violência é demasiada, gratuita. Violenta. A impunidade assusta. Mas não justifica que se matem inocentes. Quanto ao filme em si, aborda a velha questão do jornalista, os limites, e a mais velha ainda, da solidão, e outra bem antiga: a bebida. Por que, como diz o personagem de James Woods, às vezes quando queremos abraçar causas, não estamos fazendo para salvar o que na causa está em questão, mas visando a nós mesmos. &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;[publicado originalmente em 11 de março]&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4801514?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4801514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4801514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_07_01_archive.html#4801514' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4787317</id><published>2001-07-28T23:26:00.000-03:00</published><updated>2001-07-28T23:26:52.643-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;A ingenuidade da pouca idade muitas vezes provoca o dano a que se somará&lt;br /&gt;o silêncio dos inocentes&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-indent: -12; line-height: 150%"&gt;&lt;font face="Bookman Old Style" size="3"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;A ingenuidade da pouca idade muitas vezes provoca o &lt;a href="http://teenwriting.about.com/library/blextras/bl101abuse_sexual.htm "&gt;dano&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;a que se somará o silêncio dos inocentes; a arrogância da pouca idade, outras tantas, cava um abismo&lt;br&gt;&lt;br /&gt;entre seus jovens e algumas pessoas mais velhas que os &lt;a href="http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/idoso/ano_internacional_idoso.html "&gt;poderiam&lt;/a&gt; ensinar, dentre&lt;br /&gt;outras coisas, a&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;prudência de um &lt;a href="http://www.soniaassuncao.hpg.com.br/umsonhodenatal.html "&gt;mundo&lt;/a&gt; melhor. &lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;A HREF="mailto:ricardr60@hotmail.com"&gt;Ricardo_de_Almeida_Rocha&lt;/A&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4787317?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4787317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4787317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_07_01_archive.html#4787317' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4777815</id><published>2001-07-28T10:15:00.000-03:00</published><updated>2001-07-28T10:15:07.966-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>De  &lt;a href="http://www.no.com.br/servlets/newstorm.notitia.apresentacao.ServletDeNoticia?codigoDaNoticia=27292&amp;dataDoJornal=atual"&gt;fato&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Porque há um tempo para viver, como para conceber, um tempo para morrer, para lembrar o mar bramindo à janela e pensar em coisas simples que o tempo deformou; finalmente, há um tempo para se economizar, porque será importante usá-lo em outra coisa, mas também há um tempo a perder, a provar o sabor das coisas, não há loucura maior que esta: não ter tempo nunca para nada exceto o trabalho e, depois, usar o pouco tempo que resta sem essa preocupação com dinheiro de um modo absolutamente inútil. O descanso, o lazer, o prazer são aboslutamente úteis.  &lt;br /&gt;fato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois  de oito meses no ventre da mãe em coma&lt;a href="coma  http://abcnews.go.com/sections/living/DailyNews/coma_birth010727.html"&gt;bebê &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;nasce saudável!&lt;br /&gt;A ciência, usada adequadamente, quando utilizada para o bem, para salvar vidas, é a ciência, efetivamente, a ciência do bem, não mais aquela que nos tirou do paraíso, do bem e do mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;Quando em 1929 o Ciclo do Café foi arruinado&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Courier New" size="3"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: Times New Roman; mso-bidi-font-family: Times New Roman; color: black; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;&lt;br style="mso-special-character:line-break"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Courier New" size="3"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;&lt;b&gt;Quando&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;em 1929 o Ciclo do Café foi arruinado, supôs-se que tinha acontecido em&lt;br /&gt;virtude da crise mundial, pela grande dependência que tinha o Brasil em relação&lt;br /&gt;às economias centrais, sobretudo os Estados Unidos. Entretanto, vários autores&lt;br /&gt;admitem que, com ou sem a Crise, aconteceria, em virtude do mau planejamento dos&lt;br /&gt;cafeicultores, que julgavam que o Governo os protegeria de qualquer acaso. Hoje,&lt;br /&gt;acontece mais ou menos o mesmo. &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-right:5.75pt;margin-left:5.75pt"&gt;&lt;font face="Courier New" size="3"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Segundo&lt;br /&gt;a versão da mídia especializada, falta energia porque faltaram investimentos&lt;br /&gt;estatais, que foram cortados devido às metas fiscais do acordo com o FMI. O que&lt;br /&gt;o Fundo faz é estabelecer metas de desempenho; é o Governo quem define onde&lt;br /&gt;cortar despesas, e como aumentar receitas, para atingir as metas em questão. Se&lt;br /&gt;o Governo errou, isso ocorreu simplesmente por mau planejamento. O FMI ainda não&lt;br /&gt;Governa o Brasil, apesar de muitos pensarem que sim. &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-right:5.75pt;margin-left:5.75pt"&gt;&lt;font face="Courier New" size="3"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Assim,&lt;br /&gt;o ótimo desempenho da economia brasileira no ano 2000, de certa forma, tem a&lt;br /&gt;mesma origem que a presente crise: no Governo acreditar que, num mundo&lt;br /&gt;globalizado, onde predomina o neoliberalismo ; que basta se adaptar às regras&lt;br /&gt;gerais para estar a salvo de qualquer crise. De fato, isso deu certo no Plano&lt;br /&gt;Real com relação à inflação. Por outro lado, não impediu os momentos de&lt;br /&gt;recessão. E, de repente, aparece o preço a ser pago por aquele crescimento de&lt;br /&gt;ontem: a crise de hoje.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-right:5.75pt;margin-left:5.75pt"&gt;&lt;font face="Courier New" size="3"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Enfim,&lt;br /&gt;o desempenho da economia brasileira no ano 2000 esteve acima das melhores&lt;br /&gt;expectativas. Pela primeira vez em muitos anos, o crescimento econômico foi&lt;br /&gt;acompanhado por emprego e houve avanços em áreas fundamentais como a educação&lt;br /&gt;e as telecomunicações. A estabilidade econômica amparava grandes conquistas&lt;br /&gt;em todas as áreas a ponto de justificar um otimismo que considerava que as&lt;br /&gt;questões macroeconômicas estavam superadas, precisando agora o País se ater&lt;br /&gt;à Microeconomia.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;No início do ano 2001, o panorama era basicamente o mesmo. &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Courier New" size="3"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: Times New Roman; mso-bidi-font-family: Times New Roman; color: black; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;Eram&lt;br /&gt;ainda longínquos os rumores de crise infraestrutural. Infelizmente, como tudo&lt;br /&gt;na vida, essa demora para que problema fosse encarado também adiou sua&lt;br /&gt;solução.&amp;nbsp; &lt;br style="mso-special-character:line-break"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br style="mso-special-character:line-break"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4777815?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4777815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4777815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_07_01_archive.html#4777815' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4773438</id><published>2001-07-28T01:32:00.000-03:00</published><updated>2001-07-28T01:32:37.210-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Quando começamos, era apenas um abacateiro no quintal. Todos os dias, olhar para ele se tornava, ao final da tarde, um ponto fixo de alegria e também alguma expectativa. Naquele tempo, ninguém pensava em ser produtor de abacate e muito menos expandir essa atividade para mercados externos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tínhamos muita vontade. Nem por isso nos precipitamos quando já possuímos certo conhecimento da produção no mercado interno.   Fomos por etapas, refletindo sobre os pontos positivos e negativos em cada uma delas. Muitos desistiram. mas os que ficaram, ficaram mais fortes e unidos. Pode-se chamar isso de "sinergia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só pensamos assim mais alto após conseguirmos determinar e alcançar metas aqui mesmo no Brasil. Cada um sabia seus limites e por não podermos comprometer todos os recursos, desenvolvemos o consórcio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que podíamos oferecer? Sabemos o quanto o fruto do abacateiro é saúdável. E hoje, quando tantas pessoas têm graves problemas, sobretudo intestinais, sem solução na química farmacêutica, o abacate é uma ótima alternativa. Além do lucro, aliás, sempre pensamos em termos de uma meta social. Hoje é moda, mas, nascidas dessa mesma necessidade do efêmero, as modas passam. Conosco não será assim.  A energia do abacate, além disso, liga-nos também ao esporte, que está no front da luta contra as drogas, e o consumidor sabe disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, aqui na Europa, descobrimos essa prática gratificante que é o consórcio. Estamos, graças a ele também,  aprimorando nossas técnicas de produção. &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4773438?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4773438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4773438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_07_01_archive.html#4773438' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4773394</id><published>2001-07-28T01:29:00.000-03:00</published><updated>2001-07-28T01:29:49.690-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;html&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;head&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="Microsoft FrontPage 4.0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="FrontPage.Editor.Document"&gt;&lt;br /&gt;&lt;title&gt;Preferiria acreditar que eles não seriam capazes de nada além das&lt;br /&gt;costumeiras chacotas&lt;/title&gt;&lt;br /&gt;&lt;/head&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 11"&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Lucida Handwriting" size="4"&gt;&lt;blink&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps"&gt;UMA&lt;br /&gt;NOITE NO INFERNO&lt;/span&gt;&lt;/blink&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 11"&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Lucida Sans Typewriter" size="3" color="#000080"&gt;&lt;span style="letter-spacing: 1pt"&gt;Prólogo&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 11"&gt;&lt;font face="Berling Antiqua"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;font size="3"&gt;Preferiria&lt;br /&gt;acreditar que eles não seriam capazes de nada além das costumeiras chacotas.&lt;br /&gt;Julgava-os apenas crianças. Crianças más, é verdade; mas apenas crianças.&lt;br /&gt;Recusava-se a crer que pudessem fazer algum mal à sua mulher ainda mais estando&lt;br /&gt;acompanhada da filhinha deles. Não. Não eram gente assim hedionda.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Mas havia mais de três horas que ela saíra para comprar mantimentos. Da&lt;br /&gt;casa deles, da encosta do monte, até o vilarejo, não passava de uma hora de&lt;br /&gt;carroça e outro tanto para voltar.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Os&lt;br /&gt;trovões começavam a anunciar a tempestade. Largou o machado que brandia e,&lt;br /&gt;limpando as mãos calosas no brim grosso da calça, entrou em sua pequena habitação.&lt;span style="mso-spacerun:&lt;br /&gt;yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não, nada havia acontecido. Mas ia começar a chover forte.&lt;br /&gt;Na verdade, com o frio que fazia, era possível até que nevasse. O vento varria&lt;br /&gt;em redemoinhos.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 11; line-height: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Berling Antiqua" size="3"&gt;Quando&lt;br /&gt;entrou em casa, viu pela janela que dava para leste a vermelhidão do céu. O&lt;br /&gt;outro lado, nuvens pesadas cobriam o monte. Como então aquela luz rubra vinda&lt;br /&gt;do firmamento entrando pelos seus olhos? O crepúsculo, contudo, era sombrio. As&lt;br /&gt;nuvens que pairavam, baixas, estavam carregadas de estranha opressão. Saiu.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Não se via um palmo à frente. A noite descia ameaçadora. Precisava ir&lt;br /&gt;à cidade. Não que houvesse acontecido algo. Sua mulher e sua filha estariam&lt;br /&gt;protegidas da tempestade na casa de Fiodor; e ninguém na cidade seria capaz de&lt;br /&gt;fazer-lhes mal. Não precisava se inquietar. Devia apenas ir encontrá-las, pois&lt;br /&gt;talvez precisassem dele para acomodar as coisas na carroça.&lt;span style="mso-spacerun:&lt;br /&gt;yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E elas não haviam se vestido de modo adequado. Levar-lhes-ia&lt;br /&gt;agasalhos. Fazia muito frio. &lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="line-height: 150%; text-indent: 11"&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Berling Antiqua" size="3"&gt;Havia&lt;br /&gt;sido um ano difícil, pensava, enquanto preparava seu cavalo. E novembro era uma&lt;br /&gt;mês especialmente difícil para os homens da montanha, o tempo das primeiras&lt;br /&gt;nevascas. Começou a senti os pingos da chuva. Gostava do cheiro da chuva na&lt;br /&gt;terra. Mas, naquele momento, respirou-o como se fosse enxofre. Uma angústia&lt;br /&gt;insuportável enchia seu espírito. A voz do vento soava severa e gelada.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Contemplava o que podia vislumbrar além do monte e começou a discernir&lt;br /&gt;a estranha coloração do horizonte. Ondas de fumaça eram trazidas pelos círculos.&lt;br /&gt;O cheiro do fogo substituiu o cheiro da chuva e envolveu as suas recordações...&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/body&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/html&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4773394?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4773394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4773394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_07_01_archive.html#4773394' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4753839</id><published>2001-07-27T01:03:00.000-03:00</published><updated>2001-07-27T01:03:09.140-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;i&gt;Se&lt;/i&gt; os que são politicamente corretos fossem corretos, simplesmente, estaria tudo muito bem. Por exemplo, um desenvolvimento sustentável significa basicamente um desenvolvimento que preserve os recursos naturais de que precisam as  gerações, atual e futura. Liga-se assim tanto a Economia quanto à  Ecologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que afete um laço da rede comunitária, afetará toda a comunidade. Consciência de comunidade é consciência de que o sucesso de todos é o sucesso de cada um e vice-versa. Desenvolvimento local e integrado seria assim uma estratégia para facilitar a conquista da sustentabildade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem ser um método científico, o desejo de desenvolver um plano de sustentabilidade é um acordo entre as partes envolvidas no sentido de  executar algumas ações com o objetivo — que o desenvolvimento sustentável seja também integrado e local. A sustentabilidade é uma aposta. Não se sabe exatamente que práticas possam ser efetivas, apenas especula-se em torno delas. Pode-se, assim, interligar democracia-cidadania e       sustentabildade. O desenvolvimento local, integrado e sustentável seria um       tipo de elo entre valores que já se consagraram – liberdade, cidadania,       liberdade de expressão, dever de preservar o ambiente, etc.&lt;br /&gt;O desenvolvimento, como um todo, seria então o crescimento econômico que considerasse a redução das diferenças sociais. O desenvolvimento local integrado é o mesmo princípio aplicado a uma comunidade específica. O crescimento econômico, puro e simples, vem a ser o mero crescimento da riqueza; o desenvolvimento econômico, que caminha no sentido da auto sustentabilidade, visa a participação da sociedade no usufruto dessa riqueza.&lt;br /&gt;Na medida em que procura subverter o crescimento que não considera a qualidade de vida das pessoas que habitam as regiões em questão, o desenvolvimento afeta naturalmente velhas políticas sociais. Para ser implantado, há de ser removido o sistema anterior, substituindo velhas práticas predatórias por outras, mais justas para com todos os cidadãos       envolvidos. Isso envolve, o aspecto político, além do econômico e também       ecológico — que, de modismo, passou a questão de sobrevivência.&lt;br /&gt;É preciso porém que o desenvolvimento precisa saia do status de “movimento” ou de teoria econômica, onde boas idéias ficam restritas a       determinados grupos, sem atingir a comunidade toda. O método, além de bom, precisa ser transformado em prática cotidiana. A idéia, além de viável,       tem de ser trazida para o dia-a-dia pela conscientização da comunidade. &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Por isso, não existe dúvida de que precisa ser, realmente, uma estratégia política, mas na medida em que consiga se implantar, além da política.  Seria como se as leis — as boas leis — saíssem do papel e dos debates no Congresso, para a vida diária de cada cidadão, as quais afetariam a comunidade como um todo, e, com a transformação social, o cidadão seria &lt;br /&gt;igualmente beneficiado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há transformações sociais de longa duração. O que há é um       equilíbrio, uma estagnação, que se mantém durante muito tempo, até que       finalmente há uma mudança brusca, a partir de alguma coisa realmente nova. Historicamente, pode se dizer isso do Renascimento. Mais recentemente, dos anos 60. Essa visão do longo prazo tende a inquietar as pessoas que sabem que não vão durar e até seus filhos estarão fora do alcance dos benefícios. Então essa visão termina por indiretamente incentivar a corrupção, dentre outras coisas — tipo: se eu fizer algo pela comunidade, nem eu nem minha família vamos desfrutar, então, vou tomar esse atalho e os outros que se danem, mas nós estaremos bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, ocorre um outro fenômeno: A sociedade estabelecida absorve a mudança que, de revolucionária, passará a fazer parte das mesmas velhas práticas viciadas. É o grande perigo: que o desenvolvimento e a       sustentabilidade deixem de ser preservação ambiental, justiça social, etc.       para se tornar mais um objeto de retórica do Poder vigente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basicamente, estamos falando de poucas pessoas tendo muitas idéias e disseminado-as com grande rapidez e eficiência. Hoje, isso se tornou bastante facilitado com o advento do computador e da internet. Aliás, quem tanto na rede mundial da Web, como nas redes biológicas, isso é possível: num piscar de olhos, muda a visão comunitária e social e, a partir da mudança dessa visão, sonho se tornará realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Dizer que é coisa pras gerações futuras, dificilmente dará fruto em se tratando de um homem hedonista e dificilmente disposto a deixar de ver,  pelo menos, algum bem que tenha feito ao longo de sua existência.&lt;br /&gt;Politicamente correto é um discurso que diga o contrário — que todos, altruistamente farão de tudo por um mundo melhor para nossos netos. De uma correção irreal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do que nos deixa conformados a situações de miséria e injustiça, como, por exemplo, a visão de um Paraíso após a morte tantas vezes paralisa a ação imediata, e impede a visão desse reino dos céus &lt;br /&gt;dentro —e em torno— de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado originalmente em junho de 2001 &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4753839?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4753839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4753839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_07_01_archive.html#4753839' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3093200.post-4753759</id><published>2001-07-27T00:59:00.000-03:00</published><updated>2001-07-27T00:59:20.700-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;i&gt;Hoje&lt;/i&gt;&lt;/i&gt; tive uns momentos de folga por conta de poupar um pouco o computador e a conta de luz (Conseguimos tirar da cartola 19% de redução!). Dei então uma relida em "MADAME BOVARY". O romance de FLAUBERT, a gente nota, contém uma importância singular e mais porque, embora sendo fictícia, a obra foi gerada a partir de fatos verídicos, que guardam enorme ligação com o aspecto pedagógico. O início do livro enfatiza que toda a tragédia que se seguirá tem íntima ligação com a educação de Emma, protagonista cuja adolescência é povoada de sonhos, em decorrência direta dos livros que lia, romances que caracterizavam o príncipe encantado que tiravas as donzelas das vidas entediadas que antes deles viviam. Lembremos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Algumas de suas amigas traziam ao convento os álbuns de recordações &lt;br /&gt;que haviam recebido de presente. Era preciso escondê-los, pois aquilo era &lt;br /&gt;uma aventura. Liam-nos em segredo, no dormitório. Manuseando delicadamente as belas fitas de cetim, Emma fitava embevecida os nomes dos autores desconhecidos que tinham assinado abaixo de suas peças, geralmente condes e viscondes. E ela fremia, soerguendo com a respiração o papel de seda das gravuras, que se erguia dobrado a meio e caía lentamente sobre a página. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ilustrações figuravam jovens mancebos que, por detrás da balaustrada, &lt;br /&gt;no balcão, apertavam nos braços donzelas de vestido branco; retratos &lt;br /&gt;anônimos de ladies inglesas de cabelos louros, soltos, que, sob os &lt;br /&gt;redondos chapéus de palha, fitavam o observador com grandes olhos claros. &lt;br /&gt;Viam-se nobres nas carruagens que atravessavam parques, galgos que &lt;br /&gt;saltavam à frente dos veículos à frente de lacaios de uniforme branco. &lt;br /&gt;Outras figuras, devaneando em sofás, contemplavam a lua, em janelas &lt;br /&gt;entreabertas, meio oculta por uma cortina negra".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa "educação sentimental", a que Flaubert se referira em obra autobiográfica anterior, fará o papel de vilã, que embora amaldiçoada na França à epoca do romance, a ponto de levar seu autor a julgamento, seria apenas uma vítima da forma romântica e nada "científica" como fora educada. O romance, como se sabe, narra a história de uma jovem sonhadora que se casa com Carlos, um médico de província. O marido é honesto mas possui um defeito que Emma aos poucos &lt;br /&gt;ia tendo por imperdoável: era "medíocre" (na verdade a crítica moderna faz &lt;br /&gt;essa leitura, mas não creio que Flaubert pensasse assim de verdade, e &lt;br /&gt;talvez nem a personagem no fundo o achasse) e apegado às coisas tais quais &lt;br /&gt;eram, nada romântico. O cotidiano da cidade pequena a sufoca. Ela almeja &lt;br /&gt;emoções, aventuras. Torna-se mãe mas nem a maternidade atenua essas frustrações. Surge então, inevitavelmente, um novo amor, o sedutor &lt;br /&gt;Rodolfo, com o qual ela sonha às noites enquanto dorme ao lado do marido. &lt;br /&gt;Flaubert narra isso de modo antológico - entrecruzando os sonhos de &lt;br /&gt;Carlos, que vislumbra uma vida tranquila ao lado da mulher e da filha, e &lt;br /&gt;Emma, que imagina uma existência emocionante ao lado de Rodolfo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nunca a senhora Bowary fora tão bela como então; tinha essa &lt;br /&gt;inexprimível beleza que resulta da alegria, do entusiasmo e que nada mais &lt;br /&gt;é que a harmonia do temperamento com as circunstâncias. Os desejos, as &lt;br /&gt;tristezas, a experiência do prazer e as ilusões sempre novas, à maneira &lt;br /&gt;das flores que trazem o adubo, a chuva, os ventos e o sol, tinham-na desenvolvido gradativamente e ela desabrochava enfim em toda pujança de &lt;br /&gt;sua natureza. Suas pálpebras pareciam ter sido feitas expressamente para &lt;br /&gt;os olhares longos e amorosos em que a pupila se perdia, enquanto a ânsia &lt;br /&gt;da respiração lhe dilatava as narinas delicadas, levantando-lhe o canto &lt;br /&gt;dos lábios carnudos, sombreados à luz por um leve buço. (...) Carlos achava-a deliciosa, irresistível, como nos primeiros tempos de casados. &lt;br /&gt;Planejava alugar uma pequena granja pelas redondezas, de que ele mesmo &lt;br /&gt;cuidaria, todas as manhãs, quando fosse ver os doentes. Economizaria, &lt;br /&gt;po-los-ia na caixa econômica. Ah, como seria lindo ver mais tarde e Emma e a filha! Pareceriam irmãs!... Emma não dormia, fingia fazê-lo. E, enquanto ele adormecia a seu lado, era arrebatada por outra espécie de sonhos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emma em realidade não é só um fruto típico da educação repressora no &lt;br /&gt;convento conjugada às suas leituras, levando-a a devaneios proibidos. Seu &lt;br /&gt;caráter é cheio de contradições e por isso se tornou a obra polêmica, &lt;br /&gt;muito mais que pelo adultério. O livro é muito mais contudente quando &lt;br /&gt;narra a hipocrisia da sociedade, culminando na página final, - depois do &lt;br /&gt;suicídio de Emma e da morte de Carlos, de tristeza - falando do boticário &lt;br /&gt;corrupto que "Tem uma clientela imensa. As autoridades poupam-no e a comunidade protege-o . Acaba de receber a Legião de Honra".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado originalmente em maio de 2001&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3093200-4753759?l=bauh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4753759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3093200/posts/default/4753759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bauh.blogspot.com/2001_07_01_archive.html#4753759' title=''/><author><name>Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08935224292363316535</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
